• Investidor Sem Grife

Home Broker: entenda o que é e para o que serve

Primeiramente para falar sobre o Home Broker, é necessário voltarmos um pouco na história das Bolsas no Brasil.


Tudo começa em 1845 quando a Bolsa de Valores do Rio De Janeiro (BVRJ) começa a operar oficialmente. Após 45 anos se deu o surgimento da Bolsa Livre em São Paulo. A Bolsa Livre durou apenas 1 ano devido a questões politicas envolvendo o encilhamento e a onda inflacionária que gerou grande onda especulativa na Bolsa Livre durante o mandato do Ministro da Fazenda, Rui Barbosa.


Home Broker.

Foi quando em 1895, foi criada a Bolsa De Fundos Públicos de São Paulo que logo ganhou representatividade e passou a se chamar de Bolsa Oficial de Valores de São Paulo em 1935. Foi quando as negociações passaram a se dar em um Balcão Central e não em negociações avulsas registradas em quadros. Em 1960 a Bolsa Oficial de Valores deixou de ser comandada pelo governo e passou a ser uma instituição sem fins lucrativos.


Apenas em 1967 foi oficialmente mudado o nome e a Bolsa Oficial passou a se chamar Bolsa de Valores de São Paulo ou Bovespa. Neste mesmo ano surgiram os operadores e começou aquela loucura que se estuda sobre Bolsa de Valores antes de se tornarem eletrônicas. Foi após a instalação do pregão eletrônico automatizado em 1972 que foi possível começar a pensar em outras formas de negociar ativos nesse grande mercado.


Foi dessa forma que se deu o lançamento do sistema de Home Broker no final da década de 1990.


Dessa forma, o Home Broker é um sistema de negociação de produtos financeiros que permite os pequenos e médios investidores transmitirem ordens de compra e venda de ativos sem a intermediação de algum operador. Tudo feito eletronicamente.


Posteriormente, em 2002 a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro foi vendida para a Brasil Mercantil & Futuros (BM&F). A BVRJ já não tinha mais força e estava perdendo muito fluxo de capital para a Bovespa, principalmente após o caso do calote de Naji Nahas.


A BM&F por sua vez, passou por uma fusão com a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP) e formou a B3 em 2017.


Ajudou? Se sim, segue lá no Instagram e se inscreve no canal do Youtube para ficar atualizado de todas as novidade do Investidor Sem Grife!