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Quem são as pessoas mais ricas do Brasil

Os números são impressionantes: há 45 magnatas no Brasil, conforme indica um estudo realizado em 2020 pela revista Forbes. Juntos, eles unem uma fortuna esperada de US $ 127,1 bilhões.

Corretores, financiadores e visionários de negócios, um grande número dos nomes neste resumo são geralmente secretos para muitas pessoas, embora a grande maioria dos estabelecimentos que eles fizeram sejam essenciais para o nosso dia a dia.

11. Joesley Batista

Fortuna avaliada em 2020: $ 2,1 bilhões

Posição no planeta: 1001

Setor onde fez fortuna: gerente financeiro (indústria da carne).


A história de Joesley Batista (1972) começou com seu pai, José Batista Sobrinho que, em 1953, abriu uma lojinha comprometida com a oferta de carnes na localidade de Anápolis (GO). A empresa vizinha oferecia carne a trabalhadores alugados que faziam as obras de Brasília no final da década de 1950.


Aos 16 anos, Joesley tornou-se diretor de um frigorífico com 130 representantes. No ano seguinte, ele se tornou chefe geral e se desenvolveu dentro da organização.

A Friboi até meados da década de 2000 possuía os maiores frigoríficos do Brasil (Anglo, Bordon e Swift Armor). Em 2007 mudou de nome - virou encontro da JBS - se abriu para o mundo e fez sua primeira compra significativa em 2007, obtendo o Swift mundial por 1,5 bilhão de dólares. Posteriormente, a organização também adquiriu outras organizações importantes, como o Smithfield Beef Group.


Foi em grande parte com o dinheiro do Estado que a JBS se estendeu universalmente. Adicionalmente, a JBS possui participações significativas nas organizações Vigor, Alpargatas, Banco Original e Flora.

Explorado pelo tribunal, Joesley e seu irmão decidiram por um acordo de entrega de prêmios.

10. Abilio dos Santos Diniz

Fortuna avaliada em 2020: 2,3 bilhões de dólares

Posição no planeta: 908

Setor onde fez fortuna: gerente financeiro (Grupo Pão de Açúcar e Carrefour)


O pai de Abilio Diniz, Valentim Diniz, um forasteiro português, fundou em 1959 a principal empreitada do Grupo Pão de Açúcar, com a ajuda de seu filho Abilio Diniz (1936). A loja, que inicialmente era uma loja de doces, oferecia ascensão a armazém geral e se desenvolveu com novas filiais. Em menos de dez anos, a rede já tinha mais de 40 lojas.


Acompanhando o desenvolvimento da extensão, o encontro se reuniu com Casas Bahia e Ponto Frio. Em 1990, o gerente financeiro entrou em uma organização com o Casino francês.

Em 2006, o visionário empresarial fundou a Península Participações, entidade de capital privado onde atua como executivo do Conselho de Administração. Foi por meio da Península que ele adquiriu ações do grupo Carrefour de forma ampla e mundial.


Provavelmente o maior investidor da rede mundial Carrefour, Abilio Diniz assume uma cadeira na diretoria da entidade.


9. André Esteves

Fortuna avaliada em 2020: 2,9 bilhões de dólares

Posição no planeta: 712

Setor onde fez fortuna: setor bancário.


André Esteves (1968) é um dos nomes à frente do banco de investimento BTG Pactual, um banco de especulação. O BTG passou a ter participações significativas em organizações como Rede D'Or, Editora Abril e Petroáfrica.


Criado em uma família da classe trabalhadora na Tijuca, bairro da Região Norte do Rio de Janeiro, André Esteves se formou em aritmética e se especializou em engenharia de software.

André entrou cedo no mercado monetário e foi recrutado pelo Banco Pactual em 1989, já no início da profissão.


O matemático cresceu dentro do estabelecimento e fez fortuna na área financeira, de qualquer forma, adquirindo o banco onde trabalhava em organização com dois Sócios diferentes.

Recentemente, o investidor teve seu nome engajado em uma progressão de exames Lava-Jato e chegou a ser preso por 23 dias, no Rio de Janeiro, acusado de impedimento de patrimônio. Retirado do banco há um bom tempo, André voltou à situação de regulador do BTG Pactual na esteira de ser reclamado em dezembro de 2018.


8. Miguel Krigsner

Fortuna avaliada em 2020: US $ 3,4 bilhões

Posição no planeta: 565

Setor onde fez fortuna: visionário de negócios na área de maquiagem (Boticário)


Em 1977, efetivamente formado em drogaria, Miguel Krigsner (1950) fundou o Boticário, que se tornaria uma imensa rede mundial.

O primeiro negócio de Miguel foi uma pequena drogaria de bairro em Curitiba, cidade para onde a família se mudou quando o garoto tinha apenas 11 anos. Guardiões judeus fugiram da Europa nazista e descobriram um abrigo seguro na Bolívia, onde Miguel foi concebido.


Depois, em Curitiba, o pai de Miguel abriu uma loja de roupas. Foi na cidade gaúcha que Miguel pensou, saiu da faculdade e iniciou seu primeiro negócio. Na drogaria próxima, mais longe do centro da cidade, Miguel preparava receitas recomendadas por dermatologistas, mas também desenhava corretivos, que oferecia aos clientes no balcão quando eles iam buscar os pedidos.


O negócio, que começou na drogaria, foi aumentando e conquistando cada vez mais fãs, até que Miguel abriu sua primeira agência no terminal aéreo.

Até agora, o acampamento-base do Boticário e a maior fábrica da rede ficam na capital paranaense. O Boticário se tornou a segunda maior organização de maquiagem da parte sul do equador.

7. Dulce Pugliese

Fortuna avaliada em 2020: US $ 3,5 bilhões

Posição no planeta: 538

Setor onde fez fortuna: área de bem-estar (Amil)


Dulce Pugliese de Godoy Bueno (1948) foi atrelada a Edson de Godoy Bueno, que chutou o balde em fevereiro de 2017, sobrevivente de uma gigantesca insuficiência coronariana aos 73 anos. Juntos, os dois especialistas fundaram uma organização de serviços médicos, a Casa de Saúde São José, em 1972, no distrito de Duque de Caxias (RJ). Em pouco tempo consolidaram outras organizações clínicas até fundar, em 1978, a Amil Assistência Médica Internacional. Amil se tornou a maior organização de cobertura de saúde da América Latina. Em 2012, 90% da organização foi obtida pelo encontro norte-americano United Health Group por 4,9 bilhões de dólares.


Apesar de Amil, Dulce também recebe pagamento da Dasa, uma rede de diagnósticos de instalações de pesquisa. O especialista assume 48% da organização.


6. Luciano Hang

Fortuna avaliada em 2020: 3,6 bilhões de dólares

Posição no planeta: 514

Setor onde fez fortuna: Varejo (rede de varejo Havan).


Luciano Hang (1962) deu os primeiros passos no mundo dos negócios com uma loja em Brusque, despretensiosa comunidade do interior catarinense.

O especialista financeiro viveu uma infância no mundo dos negócios e agora tem um serviço de viagens, um diretor de imóveis, um alojamento, pequenas hidrelétricas, apesar da rede de varejo Havan (que atualmente tem 149 filiais).


Havan foi fundada em 1986 e hoje utiliza mais de 15.000 pessoas. As filiais da loja encontram-se principalmente em comunidades urbanas de pequeno e médio porte do Brasil.


5. Alexandre Behring

Fortuna avaliada em 2020: 4,3 bilhões de dólares

Posição no planeta: 414

Setor onde fez fortuna: mercado monetário


Também engajado no encontro 3G Capital como Sócio significativo, Alexandre Behring (1967) trabalha ao lado de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.


Alexandre e Beto cooperam desde a década de 1990. A partir de agora, Behring, formado em design eletrônico pela PUC-Rio, é executivo do corpo diretivo da Kraft Heinz. O primeiro avanço significativo que conquistou em muito tempo na profissão foi em 1988, quando se tornou Sócio da Modus OSI Technologies, que oferecia assessoria a diversos bancos.


Apesar de ter progredido desde cedo, Alexandre ofereceu muito do negócio para fazer um MBA na Harvard Business School e depois passou a ser substituto na Goldman Sachs. Alexandre foi à palestra de Sicupira em Harvard e o especialista financeiro ouviu o reconhecimento de uma professora do substituto brasileiro. Sicupira a essa altura convenceu Alexandre a virar investigador de sua GP Investiments e, no ano seguinte, se tornou Sócio.


4. Carlos Alberto Sicupira

Fortuna avaliada em 2020: 4,8 bilhões de dólares

Posição no planeta: 349

Setor onde fez fortuna: mercado monetário


Filho de representante do Banco do Brasil com dona de casa, Carlos Alberto Sicupira (1948) é graduado em administração de empresas pela UFRJ e é Sócio de longa data de Marcel Herrmann Telles e Jorge Paulo Lemann.


Carlos começou a trazer dinheiro quando ainda era jovem e vendia veículos de troca perto de um companheiro. Daquele ponto à posição de quinto homem mais extravagante do Brasil, foi uma caminhada longa, boa parte feita perto de Marcel e Jorge Paulo. Beto Sicupira, como é conhecido, conheceu o Sócio Lemann quando ele ensaiava a pesca submersa e logo começou a cooperar na área financeira. O trio lidera a 3G Capital e dirigentes de organizações, por exemplo, B2W (Americanas e Submarino) e Kraft Heinz.

3. Marcel Herrmann Telles

Fortuna avaliada em 2020: $ 6,5 bilhões

Posição no planeta: 230

Região onde fez fortuna: mercado financeiro e Ambev


Sócio da AB InBev, a maior cervejaria do planeta, o carioca Marcel Hermann Telles (1950) iniciou sua vocação aos 22 anos no mercado monetário trabalhando no Garantia (fundado por Jorge Paulo Lemann). O banco onde trabalhou inicialmente comprou a rede Lojas Americanas em 1982 e Marcel tornou-se o chefe da bolsa.


Com o passar do tempo, Herrmann Telles tornou-se companheiro e Sócio do patrão - Jorge Paulo. Os dois se associaram a um terceiro companheiro, Carlos Alberto Sicupira, que também vive o panorama da gente extremamente rica no Brasil. Em 1989, o grupo fez outra aquisição significativa: a destilaria Brahma. Marcel Herrmann Telles é importante para o agrupamento 3G Capital que, apesar da destilaria, também possui a B2W (Americanas e Submarino) e a Kraft Heinz.


Os três Sócios - Jorge Paulo, Marcel e Carlos Alberto - são igualmente construtores da Fundação Estudar, um trabalho humanitário que incentiva os jovens a aprenderem nos estabelecimentos de referência.


2. Eduardo Saverin

Fortuna avaliada em 2020: $ 8,4 bilhões

Posição no planeta: 161

Setor onde fez fortuna: área inovadora (Facebook)


Eduardo Luiz Saverin (1982) é o nome mais jovem desse quadro e concordou com ele por ter ajudado a estabelecer o Facebook, a maior organização interpessoal do planeta. Os pais de Saverin, brasileiros, se mudaram para Miami e seu filho foi criado no sul da Flórida.

Foi durante sua graduação em Economia em Harvard que Eduardo conheceu Mark Zuckerberg e levou o projeto do Facebook adiante. Até o momento, Saverin é um dos maiores investidores pessoa física, detendo 2% da organização.


Saverin é também um companheiro benfeitor da B Capital, uma organização de especulação com sede em Cingapura criada em 2015 que coloca recursos em novas empresas.


1. Jorge Paulo Lemann

Fortuna avaliada em 2020: 10,4 bilhões de dólares

Posição no planeta: 129

Setor onde fez fortuna: mercado financeiro e Ambev.


Jorge Paulo Lemann (1939) tem grande participação no empreendimento reserva 3G Capital, que afirma AB-InBev (que controla as engarrafadoras da Ambev, a maior destilaria do planeta), Kraft Heinz (marca de molhos) e Restaurant Brands International (proprietária da organização Burguer King). Lemann também é investidor em subsídios de empreendimentos que estão em frente às Lojas Americanas e Submarino.


O Carioca de concepção suíça vem de um grupo de visionários de negócios frutíferos. Seu pai fabricava a linha de laticínios Leco, que era a segunda maior organização de laticínios do território paulista e posteriormente adquirida pela Vigor. Jorge Paulo Lemann formou-se em Economia pela Harvard University (1961) e entrou no posicionamento dos extremamente ricos brasileiros sem precedentes para 2004.


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